Pós-graduação em Narrativas Urbanas e Plein Air

Para quem busca contar histórias que respiram as ruas, a luz e a alma dos lugares.

Sobre o curso:

Coordenadores:

Professor Laqua

Carlos Avelino

Se você é apaixonado por animação e sonha em transformar essa paixão em profissão, este curso foi feito para você. A pós-graduação em Animação e Desenho Animado oferece uma formação completa, criativa e atualizada com as exigências do mercado, unindo teoria, prática e experimentação. Aqui, o aluno mergulha no universo da narrativa visual, aprende os fundamentos do movimento, da atuação, do design de personagens e cenários, e domina múltiplas linguagens como animação 2D tradicional, cutout, stop motion, animação digital 3D com Blender e pixel art tudo em um ambiente de ensino acessível, online e com acompanhamento próximo dos professores.

O diferencial do curso está na sua proposta abrangente e integradora. Enquanto a maioria das formações no mercado se restringe a uma ou duas técnicas específicas, esta pós-graduação valoriza a versatilidade do animador, preparando profissionais capazes de transitar com fluidez entre diferentes estilos, formatos e fluxos de produção. As disciplinas foram cuidadosamente elaboradas para formar uma base sólida e criativa, indo desde a história da animação e o roteiro audiovisual até a criação de personagens, storyboard, efeitos visuais 2D e técnicas cômicas clássicas — sem abrir mão da expressão autoral e do desenvolvimento de uma identidade visual própria.
Ao final do curso, cada aluno terá produzido seu próprio demo reel profissional: uma coletânea de animações curtas que evidenciam seu domínio técnico, seu olhar criativo e sua prontidão para o mercado. Mais do que um diploma, o aluno sai com um portfólio forte, atualizado e alinhado com as demandas das produtoras, estúdios e agências. Este é um convite para quem deseja fazer parte do mundo da animação com propósito, repertório e liberdade criativa — e se posicionar como um animador completo, versátil e pronto para contar histórias em movimento.

Disciplinas:

01

Desenho a mão livre e os fundamentos de Desenho

A disciplina “O Desenho à Mão Livre e os Fundamentos do Desenho” propõe uma vivência profunda com o gesto, a observação e a construção do olhar. Mais do que apenas técnica, o desenho à mão livre é uma forma de pensar com o corpo, de entender o mundo e de expressar ideias com liberdade e precisão. Ao longo do curso, exploraremos os elementos básicos do desenho — linha, forma, proporção, luz e sombra, composição — de maneira prática e sensível, sempre com ênfase na expressão pessoal. Através de exercícios, estudos de observação e investigações gráficas, os alunos desenvolverão não só habilidades formais, mas também a confiança no traço e a escuta visual. Este é um espaço para errar, experimentar e descobrir que desenhar é, acima de tudo, aprender a ver.

02

Como se desenvolve o espírito do urban sketcher

A disciplina “Como se Desenvolve o Espírito Urban Sketcher” investiga as práticas, valores e modos de olhar que formam a base do movimento de desenho urbano. Mais do que uma técnica, o urban sketching é um modo de estar no mundo: atento, disponível e aberto ao imprevisto. Ao longo do curso, vamos explorar como o ato de desenhar in loco transforma a percepção do espaço urbano, das relações humanas e do tempo. Através de saídas de campo, exercícios de observação e partilhas em grupo, cada estudante será incentivado a cultivar uma prática constante, sensível e pessoal. Vamos discutir também os princípios do movimento global Urban Sketchers e como construir uma voz visual própria dentro dessa linguagem coletiva. O objetivo é formar não apenas desenhistas, mas observadores ativos do mundo ao redor.

03

A história e a prática do plein air na História da Arte

A disciplina “A História e a Prática do Plein Air na História da Arte” propõe uma imersão teórica e prática na tradição de pintar ao ar livre, com foco na observação direta da paisagem e na relação sensível com a luz, o tempo e o ambiente. Desde os primeiros esboços a céu aberto no século XVIII até o desenvolvimento do impressionismo e suas reverberações contemporâneas, exploraremos como essa abordagem transformou a representação artística e os modos de ver o mundo. Através de estudos de caso, análises visuais e práticas de campo, investigaremos o plein air como um gesto de liberdade, experimentação e conexão com o cotidiano. A disciplina também abordará o papel dos urban sketches como herdeiros contemporâneos dessa tradição. Ao final, espera-se que cada estudante desenvolva um olhar mais atento e uma prática autoral fundamentada na observação viva do entorno.

04

Desenho de volume e perspectiva intuitiva

A disciplina “Desenho de Volume e Perspectiva Intuitiva” convida os alunos a desenvolver uma compreensão visual e prática da tridimensionalidade no desenho, com foco na percepção do espaço e na construção de formas com liberdade e precisão. Em vez de partir de regras rígidas, vamos explorar a perspectiva de forma intuitiva, conectando o olhar, o gesto e o raciocínio visual. A ideia é que o desenho ganhe corpo, profundidade e movimento, sem perder a espontaneidade. Através de exercícios com objetos, espaços arquitetônicos e cenas do cotidiano, os alunos serão guiados a experimentar volumes, ângulos e proporções, cultivando uma base sólida para o desenho de observação, imaginação e narrativa visual.

05

Técnicas de pintura em aquarela aplicada ao urban sketches e plein air

A disciplina “Os Fundamentos e Princípios Aplicados da Aquarela à Prática do Urban Sketches e Pintura Plein Air” tem como objetivo explorar a aquarela como linguagem viva, sensível e portátil para o desenho e a pintura ao ar livre. Vamos nos aprofundar nos fundamentos da técnica — controle da água, sobreposição de camadas, mistura de cores e uso do branco do papel — sempre conectando esses princípios à prática em campo. A aquarela, por sua leveza e espontaneidade, se torna uma aliada natural do olhar atento e do gesto rápido, tão presentes no urban sketching e no plein air. A cada encontro, buscaremos traduzir luz, atmosfera e movimento por meio de manchas e transparências, incentivando a expressão pessoal e o olhar poético sobre o cotidiano. Mais do que dominar a técnica, o foco será em encontrar uma voz própria dentro dessa linguagem fluida e encantadora.

06

Técnicas de desenho em nankin e marcador aplicada ao urban sketches e plein air

A disciplina “Princípios Técnicos e Fundamentos do Nankin: Hachuras, Nankin Aguado e Marcadores à Base de Álcool Aplicados ao Urban Sketching e à Pintura Plein Air” propõe uma imersão nas possibilidades expressivas do traço e da mancha. Vamos explorar o nankin em suas diferentes abordagens — da linha precisa às hachuras densas e ritmadas, passando pela fluidez do nankin aguado, capaz de sugerir volumes e atmosferas com leveza. Em paralelo, investigaremos o uso dos marcadores à base de álcool, com suas cores vibrantes, camadas translúcidas e potencial gráfico na construção de cenas urbanas e paisagens rápidas. Ao longo do curso, os alunos experimentarão uma variedade de ferramentas — penas, pincéis, bicos de pena e marcadores — aprendendo a combinar técnica e intuição na criação de composições vivas, expressivas e autorais. O objetivo é construir um vocabulário visual potente, capaz de traduzir o olhar do artista em registros únicos e sensíveis do mundo ao redor.

07

Técnicas de pintura em gouache aplicada a urban sketches e plein air

A disciplina “Os Fundamentos e Princípios Técnicos Aplicados ao Gouache e à Prática do Urban Sketches e Pintura Plein Air” investiga o uso do gouache como meio expressivo e versátil para o desenho e pintura de observação. Vamos explorar suas particularidades — opacidade, cobertura, camadas, mistura de cores e reativação — sempre voltados à prática direta em ambientes urbanos e naturais. O gouache permite tanto gestos rápidos quanto construções mais densas, sendo ideal para quem busca intensidade de cor e controle da forma em campo. Ao longo do curso, os alunos serão incentivados a experimentar diferentes abordagens, testando o material em cadernos, estudos e composições mais elaboradas, conectando a técnica ao olhar pessoal. A ideia é dominar os fundamentos, mas também brincar com as possibilidades que o medium oferece, ampliando a linguagem gráfica de cada um.

08

Técnicas de pintura em óleo aplicada a urban sketches e plein air

A disciplina “Fundamentos Técnicos da Pintura a Óleo Aplicados ao Urban Sketching e à Pintura Plein Air” propõe uma investigação prática e sensível da pintura a óleo como ferramenta de observação, expressão e narrativa visual. Vamos explorar os princípios da técnica — preparação de suportes, mistura de cores, construção por camadas, empaste e transparência — sempre com foco na aplicação em ambientes externos, seja em cenas urbanas ou paisagens naturais. A pintura a óleo, com sua riqueza de cor, tempo de secagem e maleabilidade, será abordada de forma adaptada à prática em campo, buscando fluidez e espontaneidade no gesto pictórico. Ao longo do curso, os alunos experimentarão formas de transportar a técnica clássica para o cotidiano, desenvolvendo uma linguagem autoral que una tradição e contemporaneidade. A cada saída, a pintura se tornará um registro vivo da experiência com o lugar, a luz e o instante.

09

Técnicas de pintura em grafite aplicada a urban sketches

A disciplina “Fundamentos Técnicos do Grafite Aplicado ao Urban Sketching e à Pintura Plein Air” convida os alunos a explorarem o grafite como ferramenta fundamental de observação e expressão no desenho ao ar livre. Vamos trabalhar os princípios da técnica — variação de pressão, textura, gradação tonal, uso do esfuminho e construção de volumes — aplicados à captura rápida e sensível de cenas urbanas e paisagens naturais. O grafite, por sua simplicidade e acessibilidade, permite liberdade e espontaneidade, sendo um excelente ponto de partida para desenvolver linguagem gráfica, percepção de luz e composição. Ao longo do curso, os estudantes experimentarão diferentes durezas de lápis, técnicas de sombreamento e maneiras de traduzir o cotidiano em traços vivos e expressivos. Aqui, o olhar atento encontra no preto e cinza um campo infinito de possibilidades poéticas.

10

Narrativas cinematográficas para leitura da cena

A disciplina “A Narrativa Cinematográfica Aplicada à Leitura da Cena no Contexto do Urban Sketching e Pintura Plein Air” propõe um mergulho entre a arte do enquadramento e a sensibilidade da observação direta. Aqui, o olhar do cineasta encontra o traço do desenhista — e juntos constroem uma forma expandida de ver, sentir e registrar o mundo. Vamos investigar como os princípios da linguagem cinematográfica — como composição, ritmo, ponto de vista, luz, sequência e tempo narrativo — podem enriquecer a prática do desenho e da pintura ao ar livre. Cada cena urbana ou natural será lida como um plano vivo, onde elementos visuais se organizam para contar histórias silenciosas. O objetivo é transformar o caderno de campo em um storyboard sensível do cotidiano, onde cada página carrega não só o que se vê, mas o que se percebe, se imagina e se sugere. Uma prática onde o artista se torna diretor, observador e narrador ao mesmo tempo.

11

⁠Composição e thumbnails para desenho de cenas urbanas e paisagem

A disciplina “A Composição e a Técnica de Thumbnails Aplicadas ao Preparo da Cena em Urban Sketches e Pintura Plein Air” convida os alunos a mergulharem na etapa fundamental do olhar: a escolha. Antes do desenho final, há o momento em que se busca o enquadramento ideal, o equilíbrio dos elementos, o ritmo da cena. É nesse instante que entram os thumbnails — pequenos esboços rápidos e intuitivos que ajudam a testar possibilidades compositivas e definir a estrutura visual de uma imagem. Ao longo do curso, vamos explorar os fundamentos da composição — regra dos terços, equilíbrio de massas, leitura visual, profundidade e hierarquia — aplicados à prática direta do desenho urbano e da paisagem ao ar livre. O objetivo é transformar o caderno em um laboratório visual, onde a espontaneidade se alia à consciência compositiva, e cada cena ganha força desde os primeiros rabiscos. Aqui, o thumbnail deixa de ser apenas um rascunho e se torna parte essencial do pensamento visual.

12

A filosofia e uso do sketchbook no urban sketches e experimentações gráficas. Como fazer um sketchbook

A disciplina “A Filosofia e o Uso do Sketchbook no Urban Sketching e Experimentações Gráficas” propõe uma reflexão e vivência profunda sobre o caderno como espaço íntimo, criativo e investigativo. Mais do que um repositório de desenhos, o sketchbook é uma extensão do olhar, um lugar onde pensamento e traço se encontram em tempo real. Vamos explorar o uso do caderno como diário visual, laboratório de testes, campo de registro e espaço de liberdade absoluta. Serão abordadas estratégias de organização, camadas narrativas, sobreposições, colagens, notas e observações, incentivando o uso autoral e afetivo do suporte. No contexto do urban sketching, o sketchbook se torna não apenas o meio, mas parte da própria obra — carregando o tempo, o gesto e a experiência vivida. Aqui, cada página é uma janela aberta entre o dentro e o fora, entre o mundo e o artista.

13

Desenho da Figura Humana e Retrato expressivo a mão livre

A disciplina “Desenho da Figura Humana e o Retrato Expressivo à Mão Livre Aplicado à Prática de Campo” convida os alunos a explorarem a figura humana como presença viva dentro do cotidiano urbano e da paisagem observada. Mais do que proporções anatômicas exatas, o foco será no gesto, na postura, na expressão — no corpo como narrativa. Vamos trabalhar a observação direta de pessoas em movimento, em repouso, em seus contextos reais: nas praças, cafés, transportes, ruas e mercados. A partir de exercícios de síntese, ritmo de linha e variação de traço, os alunos serão incentivados a capturar o humano com espontaneidade e sensibilidade, desenvolvendo retratos expressivos e cenas que respiram vida. A figura humana deixa de ser apenas “objeto de estudo” e se torna parte essencial do ambiente desenhado — trazendo escala, emoção e histórias visuais para o caderno de campo.

14

Pintura em Aquarela avançada aplicada ao Retrato da figura humana

A disciplina “A Aquarela Aplicada à Figura Humana: Expressividade e Técnicas Avançadas” propõe um aprofundamento na relação entre corpo, cor e gesto, explorando a figura humana através da fluidez e transparência da aquarela. Aqui, o objetivo não é a fidelidade anatômica, mas a captura do movimento, da emoção e da atmosfera do retratado. Serão abordadas técnicas como manchas controladas, camadas expressivas, uso do negativo, variação de carga e fusões cromáticas, aplicadas ao estudo do corpo e do retrato em situações de campo. A figura humana será observada em contextos reais — sentada num banco de praça, caminhando por uma rua, lendo em um café — e traduzida com leveza, ritmo e intuição. A aquarela, por sua natureza imprevisível e viva, será nossa aliada na busca por representações que digam mais do que mostram, que comuniquem sensações, presença e tempo.

15

⁠Desenho de observação da figura humana em movimento

A disciplina “O Desenho da Figura Humana em Movimento e a Prática do Desenho Gestual no Urban Sketching” convida os alunos a desenvolverem um olhar atento e intuitivo para o corpo em ação — em suas posturas, ritmos e dinâmicas cotidianas. A proposta é trabalhar o desenho gestual como ferramenta de síntese, capturando o movimento com rapidez, fluidez e expressividade. Em praças, estações, cafés e ruas, o desenhista se torna um observador do tempo e do fluxo humano, aprendendo a registrar poses passageiras com poucos traços e muita intenção. A disciplina valoriza o gesto livre, a imperfeição viva e a linha como extensão do olhar em movimento. Cada desenho será um fragmento de uma coreografia urbana, onde o corpo não é apenas figura, mas presença, ritmo e narrativa visual em constante transformação.

16

Desenho de observação de animais em movimento

A disciplina “Desenho Gestual de Animais: Movimento e Observação no Cenário Urbano e Campestre” propõe uma imersão no estudo do gesto e do comportamento animal dentro da prática do urban sketching e da pintura plein air. Cachorros de rua, gatos em muros, pássaros em fios, galinhas em quintais, vacas no pasto — cada animal carrega em si um repertório de posturas, movimentos e expressões que revelam sua presença no mundo. A proposta é desenvolver a habilidade de capturar esses momentos fugazes com rapidez, leveza e intuição, explorando o desenho gestual como forma de registrar a vitalidade e o ritmo dos corpos em movimento. Ao longo do curso, os alunos serão incentivados a observar com paciência e desenhar com liberdade, construindo cenas que integram o animal ao ambiente, como parte viva da paisagem. O foco está na conexão entre olhar, gesto e memória visual — onde cada traço carrega o instante.

17

Estudos cromáticos aplicado a composição pictórica

A disciplina “Estudos Cromáticos Aplicados à Composição Pictórica” convida os alunos a explorarem a cor não apenas como sensação, mas como estrutura, linguagem e elemento fundamental da composição. A partir de fundamentos da teoria da cor — como contraste, temperatura, harmonia, saturação e valor tonal — os participantes serão guiados por exercícios que conectam o estudo técnico ao uso expressivo e intencional da paleta. A prática será voltada à pintura de observação em contextos urbanos e naturais, onde a cor não apenas representa, mas constrói atmosferas, conduz o olhar e revela a poética da cena. A disciplina estimula a criação de esquemas cromáticos próprios, o uso consciente das relações entre cores e a experimentação com diferentes combinações e materiais. Com base na observação direta e no planejamento visual, cada composição se tornará uma investigação viva sobre como a cor estrutura, transforma e emociona.

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Contato

Professor Laqua

Idealizador da Ocellaris Escola de Arte, Guilherme Bevilaqua — o Professor Laqua — é ilustrador, animador e professor universitário com quase 30 anos de carreira, sendo 15 no Ensino Superior.

Formado em Licenciatura em Desenho (EMBAP) e em Publicidade e Propaganda (Universidade Positivo), com especialização em História da Arte do Século XX, é pioneiro no Brasil ao criar a Pós-graduação em Ilustração Infantil e a Pós-graduação em Animação Digital (2012 pela PUCPr e BCIT Vancouver CA)

Reconhecido por sua pesquisa e prática intensiva em técnicas tradicionais e digitais, Laqua une arte e educação para formar profissionais com traço autoral e domínio narrativo, preparados para os mais exigentes mercados de ilustração e animação.

Carlos Avelino

Coordenador da Pós-graduação em Narrativas Urbanas e Plein Air da Ocellaris Escola de Arte, Carlos Avelino é artista plástico multimídia e professor com experiência nacional e internacional. Pós-graduado, atua em cinema de animação, ilustração e artes plásticas, com destaque para seu trabalho como aquarelista e urban sketcher. Premiado em Salões de Arte e convidado de honra em eventos no Brasil, Portugal, França e Peru, Avelino une técnicas tradicionais e digitais para explorar a narrativa visual a partir da observação direta. Sua abordagem valoriza o olhar sensível sobre a cidade e a natureza, transformando cenas cotidianas em composições ricas em história e emoção.